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8 Ports de Jogos que Chegaram ao PC Quebrados em 2025: O Desafio de Ser PC Gamer

8 Ports de Jogos que Chegaram ao PC Quebrados em 2025: O Desafio de Ser PC Gamer

Ser PC gamer nunca foi uma tarefa fácil, e 2025 reforçou essa realidade. Entre gráficos de última geração, mundos abertos gigantescos e mecânicas inovadoras, diversos lançamentos chegaram aos computadores com problemas graves de otimização. Travamentos constantes, consumo excessivo de recursos e bugs comprometeram a experiência de muitos jogadores, deixando até mesmo setups de alto nível à mercê de falhas técnicas.

Apesar de 2025 ter sido relativamente mais tranquilo do que anos anteriores, ainda tivemos ports mal otimizados que causaram frustração. De títulos pesados que exigem GPUs topo de linha até indies que “crasham” ou apresentam stutters frequentes, a jogabilidade muitas vezes foi prejudicada, quebrando a imersão. A seguir, listamos os 8 ports de PC que mais chamaram atenção por chegarem quebrados neste ano.


1. Monster Hunter Wilds

A Capcom buscou levar a RE Engine ao limite em um mundo aberto, mas o resultado no PC foi problemático.

Principais problemas:

  • Stuttering constante: quedas de FPS durante combates, prejudicando a fluidez de batalhas épicas.
  • Uso excessivo de CPU: compilação de shaders em tempo real gera engasgos nos momentos críticos.
  • Pop-in agressivo de texturas: mesmo em SSDs NVMe rápidos, texturas demoram para carregar.
  • Consumo elevado de VRAM: placas com 8 GB sofrem para manter 1080p estável sem upscaling, resultando em pixels borrados.

Resumo: Visual impressionante, mas performance frustrante mesmo em máquinas de alto desempenho. Ajustes técnicos avançados e paciência foram essenciais para rodar o jogo de forma minimamente aceitável.


2. Rise of the Ronin

A Team Ninja mantém a tradição de ports problemáticos. Assim como em Wo Long, o lançamento para PC apresentou falhas que prejudicam a experiência.

Principais problemas:

  • Micro-stutters constantes ao girar a câmera.
  • Má gestão de threads do processador: nem mesmo uma RTX 4090 consegue manter 60 FPS estáveis.
  • Crashes após atualização do Windows 11.

Resumo: Combates exigem precisão, mas a jogabilidade fica comprometida. Muitos jogadores precisaram recorrer a mods da comunidade para tornar a experiência minimamente jogável.


3. Borderlands 4

A Gearbox entregou um título divertido, mas pesado e mal otimizado para PCs.

Principais problemas:

  • Alta latência: 50 ms em 4K no preset “Badass”, prejudicando mira e resposta do jogo.
  • Vazamento de memória: queda de FPS em sessões longas.
  • Dependência de DLSS e NVIDIA Reflex para alcançar desempenho aceitável.

Resumo: Borderlands 4 é divertido, mas exige gambiarras técnicas para rodar de forma estável, mostrando que o port não foi planejado para PC.


4. The Elder Scrolls: Oblivion Remastered

O remaster baseado na Unreal Engine 5 trouxe beleza gráfica, mas problemas de performance significativos.

Principais problemas:

  • Oscilação brutal de FPS: até 100 FPS em masmorras, mas queda para 30 FPS em florestas externas.
  • Culling ineficiente: geometria desnecessária sobrecarrega a renderização.
  • Necessidade de upscaling para manter fluidez em placas intermediárias, destruindo nitidez.

Resumo: Visual atraente, mas a performance em áreas externas compromete a experiência. Placas intermediárias precisam sacrificar qualidade para manter jogabilidade.


5. Chronos: The New Dawn

A Bloober Team continua enfrentando desafios com otimização em UE5.

Principais problemas:

  • Traversal stutter: travamentos breves ao atravessar portas ou entrar em novas áreas.
  • Uso ineficiente de CPU: núcleos ociosos limitam a performance da GPU.
  • Ray tracing mal implementado: dobra custo de performance sem ganho visual proporcional.

Resumo: Game atmosférico e visualmente interessante, mas travamentos frequentes e exigência de hardware avançado prejudicam a experiência de PC gamers.


6. Sword of the Sea

Um caso curioso de peso técnico injustificado:

Principais problemas:

  • Jogo estilizado em cel-shading que não justifica o consumo elevado de GPU.
  • Sem suporte a DLSS: apenas escala de resolução.
  • Difícil manter 60 FPS em 4K médio, mesmo em PCs robustos.

Resumo: Arte bonita e estilizada, mas performance decepcionante. Jogadores elogiam o visual, mas criticam o port mal otimizado.


7. Spider-Man 2

O port da Insomniac trouxe problemas graves, mesmo para máquinas avançadas.

Principais problemas:

  • Uso excessivo de VRAM e CPU, especialmente com ray tracing.
  • Ray tracing obrigatório em algumas configurações.
  • Alocação de 12 GB de VRAM em 1440p, causando crashes em placas de 8 GB.

Resumo: Visualmente impressionante, mas pesado demais para PCs comuns. Ajustes técnicos e redução de qualidade foram quase obrigatórios.


8. Metal Gear Solid Delta: Snake Eater

A Konami abandonou o Fox Engine e apostou na UE5, mas isso trouxe diversos problemas.

Principais problemas:

  • Stutter de compilação de shaders: cada interação gera travamentos.
  • Uso mandatório de Lumen: alto consumo de recursos.
  • Dependência de upscalers (DLSS/FSR) para rodar acima de 1440p, causando ghosting em vegetação.

Resumo: Promessa de fidelidade, mas execução técnica decepcionante e exigente para PCs.


Conclusão

Mesmo com patches e atualizações, a maioria desses ports ainda apresenta problemas sérios de otimização, especialmente os desenvolvidos na Unreal Engine 5. Em 2025, cinco dos oito títulos listados utilizam UE5, que, apesar de poderosa, exige hardware robusto e ajustes finos para rodar de forma satisfatória no PC.

Top 8 ports mais problemáticos em 2025:

  • Monster Hunter Wilds
  • Rise of the Ronin
  • Borderlands 4
  • The Elder Scrolls: Oblivion Remastered
  • Chronos: The New Dawn
  • Sword of the Sea
  • Spider-Man 2
  • Metal Gear Solid Delta: Snake Eater

Dicas para PC gamers:

  • Confira reviews focados em performance antes de comprar.
  • Utilize DLSS, Reflex e ajustes de resolução para melhorar FPS e estabilidade.
  • Aguarde patches de otimização antes de investir em lançamentos.
  • Invista em hardware equilibrado, priorizando CPU e GPU de médio a alto desempenho.

O ano de 2025 provou que ser PC gamer ainda exige paciência, estratégia e ajustes técnicos, mas também mostrou que títulos bem desenvolvidos podem impressionar quando finalmente rodarem de forma estável e otimizada.

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