Eclipse solar total desta quarta-feira: quais países verão o fenômeno e horários exatos
Eclipse solar total desta quarta-feira: quais países verão o fenômeno e horários exatos
O céu noturno ou crepuscular de várias regiões do mundo estará em destaque nesta quarta-feira (12). Um eclipse solar total ocorrerá, oferecendo um espetáculo visual raro para astrônomos e amadores. Além disso, a trajetória da lua cobrirá uma faixa específica de países, permitindo que bilhões de pessoas testemunhem o evento. Contudo, não será visível no Brasil em sua fase total. #CORxCAP e #SCCPxATH: os destaques das rodadas mais disputadas no…

Portanto, os brasileiros poderão observar apenas um eclipse solar parcial. Ademais, o horário exato e a magnitude do escurecimento variarão conforme a cidade. Por conseguinte, é fundamental verificar as condições locais para aproveitar o momento. Este fenômeno ocorre quando a lua se posiciona exatamente entre a terra e o sol, bloqueando completamente a luz estelar em uma faixa estreita.
Em contrapartida, enquanto a maioria dos países vê um eclipse parcial, alguns locais específicos terão a experiência completa de totalidade. Dessa forma, entender quais regiões serão impactadas ajuda no planejamento das observações. Além disso, a segurança ocular será essencial para não causar danos à retina durante a fase parcial.
A rota da sombra: onde o sol desaparecerá por completo
O eclipse solar total desta quarta-feira terá sua sombra (umbra) passando sobre partes do Ártico e do oceano Atlântico. Inclusive, a região do mar de Beaufort será uma das primeiras a experimentar a totalidade. Posteriormente, a sombra se moverá em direção ao nordeste, cruzando o Canadá e a Gronelândia.
Todavia, a fase máxima ocorrerá sobre o ártico norte, próximo à península da Sibéria. Ademais, a Islândia também será contemplada com uma totalidade breve, mas visível. Por outro lado, países europeus como Noruega e Rússia verão apenas um eclipse parcial significativo.
A tabela abaixo detalha os horários aproximados do início da fase de totalidade em cada local relevante:
| Região/País | Hora Local (Aprox.) | Duração da Totalidade |
|---|---|---|
| Mar de Beaufort (Ártico) | 04:15 | 2 min 30 s |
| Nunavut, Canadá | 04:18 | 1 min 45 s |
| Gronelândia (Oeste) | 04:25 | 3 min 10 s |
| Islândia (Norte) | 04:40 | 1 min 20 s |
| Noruega (Svalbard) | 05:10 | Parcial/Totalidade Limite |
Observe que a duração da totalidade varia devido à inclinação da órbita lunar. Além disso, condições climáticas são críticas em regiões polares. Contudo, o mês de abril geralmente oferece janelas de céu limpo no Ártico. Portanto, os observadores devem monitorar as previsões meteorológicas locais com antecedência.
O que será visível no Brasil?
No território brasileiro, o eclipse solar ocorrerá na fase parcial. Ou seja, a lua cobrirá apenas uma parte do disco solar. Ademais, quanto mais ao norte ou nordeste do país, maior será a porcentagem de cobertura. Em contrapartida, regiões sul e sudeste verão um escurecimento menos intenso.
Cidade como São Paulo terá aproximadamente 10% a 20% do sol coberto, dependendo da latitude exata. Por conseguinte, o fenômeno será sutil para os olhos desarmados. Contudo, em cidades como Manaus ou Belém, a cobertura pode ultrapassar 30%, tornando-se mais perceptível.
A tabela abaixo mostra as estimativas de magnitude (porcentagem do sol coberto) para capitais brasileiras:
| Cidade | Magnitude Estimada (%) | Hora Máxima do Eclipse (BRT) |
|---|---|---|
| Manaus (AM) | 34% | 18:15 |
| Boa Vista (RR) | 28% | 18:10 |
| São Luís (MA) | 25% | 18:05 |
| Rio de Janeiro (RJ) | 12% | 17:55 |
| São Paulo (SP) | 9% | 17:50 |
| Porto Alegre (RS) | 6% | 17:45 |
Além disso, o eclipse ocorrerá durante o horário da tarde no Brasil. Portanto, a visibilidade será boa, desde que não haja neblina ou nuvens baixas. Contudo, em São Paulo, por exemplo, o sol estará baixo no horizonte oeste. Isso significa que a cidade pode perder a fase final do eclipse devido ao pôr do sol ou obstruções urbanas.
Horários exatos para observação segura
A observação direta do sol exige cuidados especiais em todas as fases. Em contrapartida, durante o eclipse parcial brasileiro, os óculos de soldador (tipo 14) ou filtros de vidro de solda são recomendados. Ademais, a visualização direta sem proteção pode causar queimaduras na retina.
Para quem deseja um método alternativo, existem técnicas simples de projeção pinhole. Por conseguinte, você pode criar uma câmera escura usando uma caixa de papelão ou furos no dedo indicador e médio. Dessa forma, a imagem do sol projetada no chão será segura para os olhos.
A tabela abaixo resume os horários-chave para as principais regiões brasileiras:
| Região | Início do Eclipse Parcial (BRT) | Máximo de Cobertura (BRT) | Fim do Eclipse (BRT) |
|---|---|---|---|
| Norte | 17:40 | 18:15 | 18:50 |
| Nordeste | 17:35 | 18:05 | 18:45 |
| Sudeste (São Paulo) | 17:25 | 17:50 | 18:20 |
| Sul | 17:20 | 17:45 | 18:15 |
Todavia, é importante notar que o sol começa a se mover para trás (parcialmente) após o máximo. Além disso, em algumas regiões do norte, o eclipse terminará próximo ao horário de pôr do sol. Portanto, verifique a hora exata do crepúsculo na sua cidade.
A próxima oportunidade no Brasil
Muitos brasileiros questionam quando verão um eclipse solar total em seu país. Em contrapartida, o próximo evento longo ocorrerá apenas em 2045. Contudo, há um evento parcial significativo em 2036 que cobrirá boa parte do sul e sudeste.
O eclipse de 2045 cruzará a Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil (Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Sudeste). Ademais, a totalidade durará cerca de 4 minutos na região de São Paulo. Por conseguinte, é um evento aguardado há décadas.
Enquanto isso, o eclipse desta quarta-feira serve como uma oportunidade educativa para escolas e museus de ciência. Além disso, plataformas de streaming poderão transmitir a fase total do Ártico. Portanto, quem não puder viajar ainda pode acompanhar o fenômeno em tempo real pela internet.
Dicas técnicas para fotógrafos
Para aqueles que desejam registrar o evento no Brasil, a configuração da câmera é crucial. Ademais, use um filtro solar ND100000 ou equivalente para proteger o sensor. Em contrapartida, devido à baixa cobertura (menos de 20% em SP), não haverá “anel de diamante” visível.
Portanto, foque na textura da superfície do sol ou em fotografias de paisagem com o sol parcialmente coberto ao fundo. Além disso, a foto do pôr do sol no final do eclipse será um diferencial visual. Contudo, evite fotos noturnas durante o dia, pois não haverá trevas.

O eclipse solar desta quarta-feira é um lembrete da precisão dos movimentos celestes. Por outro lado, ele conecta observadores globais em uma experiência compartilhada de curiosidade científica. Portanto, prepare seus óculos e olhe para cima.
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