Ministro Wolney Queiroz defende fim da desoneração da folha de pagamento no Congresso Nacional
Ministro Wolney Queiroz defende fim da desoneração da folha de pagamento no Congresso Nacional
O ministro Wolney Queiroz apresenta, ontem, um projeto robusto para encerrar a desoneração da folha de pagamento em todo o território nacional. A proposta avança diretamente no Congresso Nacional e busca reequilibrar as contas públicas antes do próximo exercício fiscal. Além disso, a equipe econômica calcula que a medida gerará uma economia anual superior a R$ 45 bilhões para o Tesouro Nacional. Congresso Internacional de Tecnologia Educacional abre inscrições…

O governo federal justifica a decisão com base em um cenário de crescimento moderado da atividade produtiva e na queda relativa das empresas de médio porte. Portanto, a prioridade atual consiste em ampliar a arrecadação sem comprometer diretamente o emprego formal. Ademais, a pasta planeja substituir parcialmente o antigo mecanismo por alíquotas mais baixas sobre faturamento no setor de serviços.
O Impacto Fiscal e Setorial Atual
A desoneração da folha vigente beneficia principalmente os ramos de construção civil, tecnologia da informação e agropecuária. Contudo, o custo anual dessa medida ultrapassa a marca de R$ 80 bilhões na estimativa do Ministério da Fazenda. Assim, o Congresso Nacional analisa agora como ajustar essa transição sem gerar choques inflacionários imediatos.
| Sector | Empresas Beneficiadas (milhares) | Custo Anual Atual (R$ bi) | Fator de Substituição Proposto |
|---|---|---|---|
| Construção Civil | 142,5 | 28,4 | CSG (0,9%) sobre faturamento |
| Tecnologia da Informação | 38,7 | 12,1 | CSG (0,9%) sobre faturamento |
| Agropecuária | 65,3 | 24,8 | Alíquota reduzida de INSS (4%) |
| Serviços Gerais | 195,0 | 16,2 | CSG (1,5%) sobre faturamento |
A Estratégia do Executivo para o Novo Marco
Wolney Queiroz destaca que a mudança seguirá um cronograma gradual durante os próximos três anos. Inclusive, as empresas de menor faturamento manterão o regime antigo por mais doze meses. Depois, o governo aplicará alíquotas progressivas conforme o volume de receita bruta. Portanto, a transição protege principalmente as micro e pequenas empresas.
O ministro também anuncia que o Congresso Nacional receberá um pacote complementar de medidas tributárias. Ademais, a equipe técnica projeta que a arrecadação recuperada financiará parte dos investimentos em infraestrutura logística. Em contrapartida, alguns sindicatos alertam sobre possíveis ajustes salariais nos contratos coletivos do próximo ano.
Repercussões no Mercado e no Exterior
O setor empresarial reage com cautela diante da proposta apresentada pelo governo federal. Contudo, a Confederação Nacional das Indústrias reconhece que o ambiente econômico exige maior sustentabilidade fiscal. Por outro lado, empresas de tecnologia já adaptam seus sistemas de folha para calcular a nova base de contribuição. Portanto, a modernização contábil avança rapidamente nos escritórios nacionais.
| Ano | Recuperação Arrecadatória (R$ bi) | Inflação Projetada (%) | Variação de Emprego Formal (%) | Custo Empresarial Adicional Médio (%) |
|---|---|---|---|---|
| 2024 | 18,5 | 4,9 | -0,3 | +1,2 |
| 2025 | 36,2 | 4,7 | +0,8 | +2,1 |
| 2026 | 45,8 | 4,5 | +1,4 | +2,5 |
O Brasil mantém, entretanto, uma posição estratégica no cenário internacional. Portanto, investidores estrangeiros acompanham de perto a evolução da reforma tributária e o comportamento do dólar. Além disso, analistas de mercados emergentes destacam que a estabilidade fiscal atrai capital de longo prazo para a infraestrutura local. Por conseguinte, a dívida pública relativa ao PIB tende a caminhar para uma trajetória descendente.
A Rota Legislativa no Senado e na Câmara
O projeto segue agora para análise nas comissões técnicas do Congresso Nacional. Ademais, os deputados federais discutem a possibilidade de incluir um piso mínimo de proteção salarial durante o período de transição. Contudo, senadores argumentam que a medida deve vigorar em todo o território sem diferenciação regional. Portanto, a sessão plenária marcará o momento decisivo para a votação final.
O governo federal apresenta dados técnicos que comprovam a viabilidade do cronograma proposto. Em contrapartida, o setor varejista solicita uma prorrogação adicional para os estabelecimentos com faturamento inferior a R$ 4,8 milhões anuais. Por outro lado, a direção nacional do partido governista mantém o compromisso de votar o texto antes do recesso parlamentar.
Conclusão da Proposta Tributária

O ministro Wolney Queiroz consolida, assim, um dos eixos centrais da nova gestão econômica brasileira. A desoneração da folha de pagamento caminha para o fim definitivo no horizonte fiscal nacional. Portanto, as empresas adaptam seus modelos operacionais e o Tesouro recupera parte significativa do rombo acumulado nos últimos exercícios. Além disso, a população observa uma possível estabilização dos preços de bens básicos nos próximos trimestres. Todavia, o sucesso da medida depende diretamente da aprovação legislativa rápida e da manutenção do clima empresarial favorável.
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